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CLAIM de Castelo Branco assinala 21 anos ao serviço da integração de migrantes

13 out CLAIM de Castelo Branco assinala 21 anos ao serviço da integração de migrantes

O CLAIM – Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes – de Castelo Branco celebra 21 anos de atividade contínua. Criado a 13 de outubro de 2004, o CLAIM é uma das respostas sociais mais antigas e consistentes da região, mantendo-se em funcionamento ininterrupto, independentemente dos ciclos de financiamento.

Resultante de uma parceria entre a Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento, o atual Alto Comissariado para as Migrações (anteriormente ACIME) e o Município de Castelo Branco, o centro tem como missão acolher e integrar a comunidade migrante em Portugal, em conformidade com a Lei da Imigração e as políticas públicas nacionais e europeias nas áreas da migração, asilo e igualdade.

Em nota, é referido que, ao longo destas duas décadas, o CLAIM tem articulado respostas com uma vasta rede de parceiros locais, “garantindo um acompanhamento eficaz e humanizado”. O trabalho desenvolvido tem sido apoiado por diversos projetos da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento.

A intervenção centra-se em áreas essenciais para a integração, como o acesso ao emprego, à educação, à formação de adultos, à aprendizagem da língua e cultura portuguesas, bem como no acesso à saúde e na promoção da cidadania ativa.

Num contexto de crescente desinformação e de discursos negativos sobre a migração, a Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento esclarece que “o CLAIM tem apostado na valorização da interculturalidade e na desconstrução de mitos e estereótipos”.

Através de ações em escolas e junto da comunidade, o centro tem dinamizado atividades culturais, campanhas de sensibilização e momentos de partilha multicultural, mostrando “a riqueza da diversidade”.

Ao longo de 21 anos de trabalho, o CLAIM já apoiou diretamente mais de 25 mil pessoas e executou múltiplos projetos municipais e nacionais, envolvendo milhares de participantes. Foram também realizados dois estudos de diagnóstico sobre a comunidade migrante em Castelo Branco, que contaram com a colaboração de investigadores e especialistas em conferências e debates.

A música e as artes têm sido igualmente instrumentos de integração, através de espetáculos multiculturais realizados em espaços como o Cine-Teatro Avenida, que têm dado palco a expressões artísticas de diferentes países, como as danças tradicionais da Ucrânia.

Entre 2024 e setembro de 2025, o CLAIM já registou 1.752 processos de cidadãos de países terceiros e realizou cerca de 4.000 atendimentos.

O perfil atual dos migrantes em Castelo Branco é diversificado, com maior presença de cidadãos brasileiros, dos PALOP, do sul da Ásia, da América do Sul e da Ásia Oriental. “Tem-se ainda verificado um aumento da procura por parte de cidadãos europeus e norte-americanos”, frisa a Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento.

As principais dificuldades na integração continuam a ser a língua portuguesa, as regras de sociabilidade e o entendimento dos direitos e deveres de cidadania. Apesar de alguns sinais de resistência por parte da comunidade local, o CLAIM reforça a importância do diálogo e do equilíbrio cultural.

“Com um balanço positivo”, o CLAIM de Castelo Branco “reafirma o seu compromisso em desconstruir barreiras e construir pontes, apostando em soluções cada vez mais humanizadas e inovadoras”.

Fazendeiro e António Jesus vencem 8ª prova do Torneio Regional da Malha

Fazendeiro e António Jesus vencem 8ª prova do Torneio Regional da Malha

A dupla Fazendeiro e António Jesus foi a vencedora da 8ª prova do Torneio Regional de Malha, da época de 2025.

Organizado pela Associação de Jogos Tradicional do Distrito de Castelo Branco, a competição decorreu em Castelo Branco, em parceria com a Associação Cultural e Recreativa do Bairro do Valongo, com a participação de 12 equipas.

A coletividade dá ainda conta que em 2º lugar ficou a dupla Valdemar Fazendeiro e Paulo Barata, seguindo-se Paulo Jacinto e Carlos Belo.

Conversa Sobre Rodas – 08-10-2025

Conversa Sobre Rodas

Tema: Musical Brave.

Geopark Naturtejo Mundial da UNESCO participou em Encontro nos Açores

Geopark Naturtejo Mundial da UNESCO participou em Encontro nos Açores

O Geopark Naturtejo Mundial da UNESCO esteve representado, a convite do Geopark Açores Mundial da UNESCO, no XVI Encontro Regional e XXXI Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental, sob o mote “Memória da Terra: um farol na Educação Ambiental”.

O evento decorreu na Horta, Ilha do Faial, e coorganizado pela Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática do Governo dos Açores, pelo Geopark Açores Mundial da UNESCO, pela Associação Portuguesa de Educação Ambiental e pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação.

Dias antes do encontro decorreram visitas de campo, no âmbito da celebração do 68º aniversário da erupção do vulcão dos Capelinhos.

A Naturtejo conta que o evento destinou-se a docentes, técnicos de ambiente, empresas, Organizações Não-Governamentais ambientais, autarquias, estudantes e investigadores que tiveram uma excelente oportunidade de partilha de experiências, reflexão e cooperação.

O encontro incluiu palestras, oficinas, comunicações orais e mesas redondas e teve como tema central a geodiversidade, enquanto ponto de partida para a discussão de outros temas como a gestão de recursos naturais, as alterações climáticas, a gestão dos riscos geológicos e a geodiversidade no contexto dos serviços dos ecossistemas.

Os Geoparques Mundiais da UNESCO portugueses foram convidados a participar na Mesa Redonda “O potencial da geodiversidade na educação ambiental em territórios Geoparque Mundial da UNESCO”. O Geopark Naturtejo esteve representado pela coordenadora do Serviço Educativo, Manuela Catana, que apresentou ainda, a comunicação oral “Encontro Jovem: Ação Climática nos Geoparques Portugueses, no Geopark Naturtejo Mundial da UNESCO”.

Estrutura de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica marcou presença nas Jornadas do Alto Alentejo Contra a Violência

Estrutura de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica marcou presença nas Jornadas do Alto Alentejo Contra a Violência

A Estrutura de Atendimento, Acompanhamento e Apoio Especializado a Vítimas de Violência Doméstica de Castelo Branco esteve presente nas IV Jornadas do Alto Alentejo Contra a Violência, realizadas em Ponte de Sor.

Promovido pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, o evento reuniu profissionais e especialistas de várias áreas para refletir sobre diferentes formas de violência e os desafios na proteção e apoio às vítimas.

Ao longo do dia, foram abordados temas de grande relevância social e atualidade, como a violência no desporto, o cibercrime, as vítimas vulneráveis, a violência sexual contra crianças e jovens, e ainda a violência contra pessoas idosas, realça a Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento.

A participação da Estrutura de Atendimento, Acompanhamento e Apoio Especializado a Vítimas de Violência Doméstica nestas jornadas “reforçou o seu compromisso com a formação contínua, a partilha de boas práticas e o fortalecimento da resposta integrada no combate à violência doméstica e de género”.

Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco recebe atuação do Síntese

11 out Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco recebe atuação do Síntese

Este sábado, 11 de outubro, às 17h, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, recebe mais um concerto do 19º Festival de Síntese – Grupo de Música Contemporânea, com “De Bério a Paredes”.

Este programa nasceu de um desafio lançado pelo Grupo de Música Contemporânea a quatro compositores: o de construir pontes entre dois criadores (ambos nascidos em 1925) com percursos bem diferentes mas que marcaram, cada um à sua maneira, a criação musical em Portugal. Luciano Berio, compositor fundamental na segunda metade do século XX, foi ele próprio um fazedor de pontes entre as múltiplas possibilidades abertas à criação musical no século XX, a diversidade de universos sonoros que marcaram o seu tempo, e a herança musical de outros tempos. Carlos Paredes transformou a sonoridade da guitarra portuguesa numa paisagem sonora rica e sofisticada, marcadamente portuguesa, mas simultaneamente universal na sua abordagem. Em ambos, uma atitude profundamente humanista em relação ao seu papel como criadores. Respondendo ao desafio lançado, Inés Badalo, Eduardo Luís Patriarca, Hugo Vasco Reis e Dimitris Andrikopoulos são os construtores destas pontes sonoras entre Berio e Paredes. 

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Recolha de sangue na Associação do Bairro do Cansado

Recolha de sangue

Este sábado, 11 de outubro realiza-se mais uma recolha de sangue, desta vez na Associação do Bairro do Cansado, em Castelo Branco.

A Associação de Dadores de Sangue da Beira Interior Sul continua a realizar o seu ciclo de recolha de sangue para 2025.

A ação vai decorrer entre as 9h e as 13h.

A recolha de sangue é a favor do Instituto Português do Sangue e da Transplantação.