Castelo Branco foi o município convidado da 4ª edição do Festival Sabores do Borrego, em Castro Verde.
A presença co concelho albicastrense está, segundo a autarquia alentejana, ligada à “importante parceria estabelecida entre a Associação Ovibeira – Associação de Produtores Agropecuários – e a Associação de Agricultores do Campo Branco”.
Apesar dos vários quilómetros que separam estas duas localidades, têm em comum a vontade de valorizar a produção pecuária, realçaram os autarcas dos dois municípios, em declarações à Rádio Castelo Branco.
Para Leopoldo Rodrigues, autarca albicastrense, o convite revela ser “importante” e mostra o “reconhecimento que Castelo Branco também tem potencialidades nesta área”.
A delegação de Castelo Branco esteve presente com um stand que, durante três dias, promoveu o território nas suas múltiplas áreas. Se o borrego, o seu sabor e os seus produtos derivados foram o mote, outros produtos como o mel e o bordado foram divulgados. Também a cultura com o Grupo Arame Ensemble – Viola Beiroa e Os Chibatas se fizeram ouvir.
António José Brito, presidente da Castro Verde, mostrou-se satisfeito com a presença e dimensão de Castelo Branco no Festival Sabores do Borrego. O autarca realçou que, apesar da distância, há particularidades em comum.
António José Brito, presidente de Castro Verde, a destacar o trabalho de parceria, para melhores resultados.
Nesse sentido, e questionados pela Rádio Castelo Branco, tanto o autarca de Castelo Branco como o de Castro Verde referiram que este convite e participação poderá nascer uma parceria para a valorização do setor pecuário para as duas regiões.
A tecnologia tem transformado profundamente a forma como se desenvolvem as transações financeiras e os processos bancários. Mas sabe quão profundas foram estas mudanças?
A evolução tecnológica veio alterar significativamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. E, no meio de um mundo tão interligado, claro que o mercado financeiro não podia ser exceção.
A tecnologia transformou radicalmente a relação entre instituições financeiras e consumidores. Atualmente, é possível gerir praticamente qualquer questão financeira através de um telemóvel, desde um simples pagamento a uma transferência bancária.
Tudo de forma totalmente segura e confiável. São, aliás, processos que já se tornaram parte das nossas rotinas diárias e que já nem sequer questionamos.
Mas será que tem consciência de todas as transformações que a tecnologia trouxe ao mercado financeiro e como pode facilitar a sua vida?
4 Exemplos da Tecnologia Aplicada ao Mercado Financeiro
Se antes era necessário passar horas na fila do banco para tratar de praticamente qualquer questão relacionada com os seus bens financeiros, hoje a realidade é bem diferente.
Atualmente, é possível tomar uma infinidade de decisões sobre o seu dinheiro com apenas alguns cliques num dispositivo móvel com internet.
Mas o uso da tecnologia no mercado financeiro vai muito além do simples acesso à sua conta através de tablets ou smartphones. A digitalização permitiu, e continua a permitir, a agilização de processos, a criação de novos produtos e o desenvolvimento de diferentes modelos de negócio.
E os benefícios para instituições e clientes são inquestionáveis.
Gestão financeira digital
Uma das primeiras mudanças estimuladas pela evolução tecnológica foi o aparecimento das apps de homebanking.
As aplicações móveis dos bancos, disponíveis para instalação nos seus dispositivos móveis, passaram a permitir fazer a gestão dos seus ativos financeiros através da internet.
Consultar o saldo, ver o extrato dos cartões de crédito e fazer transferências bancárias passaram a ser tarefas muito mais simples e possíveis de realizar enquanto está sentado no seu sofá.
Abertura de conta à distância
A mudança anterior trouxe-nos a esta segunda transformação. É que também já é possível abrir uma conta bancária 100% online, à distância e em apenas alguns minutos.
Através da app ou do site oficial do banco, consegue iniciar o processo, autenticar-se através de sistemas digitais e abrir uma nova conta em seu nome. Tudo, sem ter de se deslocar a um balcão.
Pedidos de crédito imediato
Esta é, provavelmente, uma das maiores mudanças de paradigma no que se refere ao mercado financeiro. A digitalização permite hoje contratar financiamento totalmente online, com aprovação e concessão céleres.
Seja através do simulador online do banco ou de um intermediário de crédito, com apenas alguns passos já é possível conseguir um crédito pessoal rápido através da internet. Poderá submeter os seus documentos através de processos digitais e autenticar-se com a assinatura digital.
Cartões e pagamentos online
Usar um cartão físico para fazer compras em loja ou online passou a ser praticamente uma raridade. Multiplicam-se as plataformas de pagamentos digitais e criação de cartões virtuais que permitem pagamentos contactless e sem qualquer cartão físico.
Se já fez um crédito ao consumo para comprar um automóvel, fazer obras ou estudar e foi-lhe requerido que contratasse um seguro de vida, saiba que este não é extinto com a liquidação do crédito. Fique a saber se ainda poderá recuperar algumas centenas de euros.
Algumas instituições de crédito exigem a contratação de seguros de vida aquando do pedido de crédito pessoal, por forma a garantir o pagamento do empréstimo em caso de morte ou invalidez do cliente.
Esta é uma prática obrigatória no caso dos créditos à habitação, no entanto, também se pode aplicar em créditos ao consumo e cartões de crédito quando o montante emprestado é mais elevado.
Apesar de poder ser exigido pela instituição de crédito, o seguro de vida não deixa de ser considerado um serviço à parte e por isso, é feito um contrato apenas para este. Desta forma, se acontecer alguma fatalidade durante a vigência do contrato, a seguradora paga o montante de crédito em falta à instituição credora e aos herdeiros.
Sabendo que esta é uma realidade comum, partilhamos hoje consigo aquela que pode ser uma opção viável para obter uma poupança de centenas, senão mesmo de milhares de euros e que deverá conhecer antes mesmo de avançar com um pedido de crédito pessoal online.
É Possível Cancelar o Seguro de Vida que Tenho Associado ao Crédito Pessoal?
A resposta mais simples a esta questão é: depende. Cada instituição credora impõe condições distintas aos seus clientes. Estas são estipuladas inicialmente pelo contrato que é assinado entre o credor e o consumidor.
Desta forma, deverá recorrer a este documento e ler as condições estipuladas para o cancelamento do seguro, pois apenas é possível cancelá-lo se a apólice tiver estipulado pagamentos mensais, ao longo de todo o contrato.
Isto é, se pagou a totalidade do prémio do seguro assim que iniciou o contrato de crédito (muitas vezes, acontece ser feito um único pagamento contendo os custos do crédito e do seguro juntos), já não será possível cancelá-lo antes de liquidar todo o montante em dívida.
Mas o Que Acontece Se o Seguro Não For Cancelado?
Quando, por algum motivo, o cliente se esquece de cancelar o seguro de vida associado a um crédito que já liquidou, esse seguro continuará a ser debitado e o cliente estará a perder dinheiro anualmente.
Caso possua um crédito ao consumo cujo montante conseguiu liquidar antes do prazo estipulado contratualmente, deve saber que é da sua responsabilidade cancelar o seguro assim que o crédito é totalmente pago.
Isto torna-se ainda mais relevante em casos em que o seguro é incluído como um custo agregado ao próprio pacote de despesas com o crédito, pois aí à partida já terá pago o valor do prémio logo à cabeça quando iniciou o período de dívida, como explicamos em cima.
Para que seja mais claro, imagine o seguinte cenário:
Contratou um crédito pessoal em 2020 por um período de 5 anos, no entanto, ao fim de 1 ano conseguiu liquidá-lo.
Para conseguir este crédito, foi-lhe solicitado que contratasse uma apólice de seguro de vida que cobriria a totalidade do montante em dívida.
No entanto, como contratou o crédito e o seguro juntos, julgou que ao liquidar a sua dívida, estava também a terminar o seguro de vida.
Em 2022, apercebe-se de que o seguro continua activo e como tal, contacta a seguradora para solicitar o estorno, no entanto, o estorno só é válido a partir do momento em que é pedido, e não, desde o dia em que liquidou o crédito.
Isto significa que, neste cenário, ao não ter cancelado o seguro assim que liquidou o seu crédito, acabou por perder um ano de mensalidades destinadas ao pagamento do seguro de vida e que poderiam ter-se juntado ao restante valor a receber de estorno.
Enquanto que os seguros de vida associados aos créditos à habitação vão acompanhando o valor em dívida ao banco, isto é, à medida que vai pagando as suas prestações mensais, o prémio vai sendo ajustado, o mesmo não acontece com os créditos ao consumo.
É por isso muito importante que, ao contratar um crédito de curto a médio prazo em que lhe seja exigida a realização de um seguro de vida, verifique se o pagamento do prémio é feito à cabeça ou se será incluído nas prestações mensais. A sua próxima poupança poderá estar aí mesmo.
Rogério Charraz vai apresentar-se no coreto da Nossa Senhora de Mércoles, em Castelo Branco, este sábado, 22 de abril, às 18h30.
Na última visita à cidade albicastrense, o cantautor foi conhecer os coretos existentes, no âmbito do seu álbum “O Coreto”, nascido em plena pandemia. Uma digressão nacional que tem levado a história de Ana e Sebastião aos grandes palcos de todo o país.
“O Coreto” é uma ideia de Rogério Charraz (música) e de José Fialho Gouveia (letras), que nasceu de um fascínio de longa data de cantautor pelos coretos enquanto símbolo cultural e elemento arquitetónico. Na construção deste trabalho juntou-se Luísa Sobral na produção musical. Um disco que é uma história de amor com várias páginas nas entrelinhas, o desencanto com o dia-a-dia na cidade, o retrato da vida nas aldeias, as assimetrias entre o litoral e o interior, os dilemas de quem parte e de quem fica.
Em plena celebração da romaria da Srª de Mércoles, as músicas e as histórias vão ser ouvidas no coreto que se encontra no recinto.
A Beira Baixa juntou o melhor desta primavera num novo roteiro de três dias que passa pelos municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão. Uma viagem de 3 dias pelas paisagens, natureza, miradouros e aldeias pitorescas, pelas tradições pascais e pelos sabores genuínos. O roteiro “Pelas mil e uma cores da Beira Baixa” apresenta 20 propostas que desafiam todas as famílias a mergulhar no coração da Beira Baixa.
A CIMBB – Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa explica que criaram “uma nova proposta turística que junta as tradições pascais, a um conjunto de atividades turísticas identitárias da Beira Baixa, ideais para esta época do ano, em que o sol espreita, os dias são mais longos e a brisa sopra leve, convidativa para uma mão cheia de aventuras ao ar livre”.
Assim, há uma mão cheia de iniciativas para aproveitar a região, no meio da sua beleza natural.
O roteiro desafia também a conhecer a genuinidade das tradições pascais da Beira Baixa, com uma agenda que identifica dezenas de tradições quaresmais e pascais, algumas das quais únicas no país.
Mas também há um convite para uma viagem gastronómica inesquecível, para apreciar os pratos típicos destes municípios que integram a CIMBB.