O IPCB – Instituto Politécnico de Castelo Branco – iniciou um novo ciclo da sua história, passando a designar-se como Universidade Politécnica de Castelo Branco, no quadro do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior. Mais do que uma mudança de designação, esta transformação reconhece a qualidade, a maturidade e a capacidade científica alcançadas pelo IPCB, frisa a instituição.
A nova designação entrou em vigor no sábado, 1 de agosto. Em comunicado é referido que, para os estudantes e para as suas famílias, representa a possibilidade de escolher uma instituição pública com maior projeção nacional e internacional, uma oferta formativa completa e uma relação próxima com as profissões, as empresas e o mercado de trabalho.
A Universidade Politécnica de Castelo Branco vai continuar a distinguir-se por um ensino de elevada qualidade, orientado para a prática e sustentado na investigação aplicada, no desenvolvimento tecnológico, na inovação e na criação de valor, como foi realçado durante a apresentação para o novo ciclo da instituição. Preserva-se, assim, aquilo que define a identidade do IPCB: a proximidade entre estudantes e docentes, o acompanhamento individual, a aprendizagem em contextos reais e a forte ligação às empresas, aos municípios e às instituições da região.
O agora reitor da Universidade Politécnica de Castelo Branco, Luís Farinha, afirmou que “esta transformação reconhece o caminho percorrido pelo IPCB e abre uma nova etapa de exigência, responsabilidade e ambição. Queremos que cada estudante encontre aqui conhecimento, oportunidades e condições para construir um futuro com realização pessoal e profissional”.
O novo enquadramento reforça a capacidade das universidades politécnicas para oferecerem percursos formativos completos, desde os cursos técnicos superiores profissionais às licenciaturas, mestrados, pós-graduações e doutoramentos. A oferta doutoral constitui uma das marcas deste novo ciclo. A Universidade Politécnica de Castelo Branco participa atualmente em três doutoramentos, orientados para áreas estratégicas como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a saúde, o desempenho humano, a criatividade, a inovação e o desenvolvimento dos territórios: Sustentabilidade Agro-Alimentar e Ambiental; Ciências do Desporto; e Design para a Inovação Regional. A esta oferta juntam-se formações nas áreas da saúde, engenharias, tecnologias digitais, gestão, educação, artes, design, música, desporto, turismo, ciências agrárias e ambiente, distribuídas pelas seis escolas superiores da Universidade Politécnica de Castelo Branco, em Castelo Branco e Idanha-a-Nova.
Na conferência de imprensa foi dito que a Universidade Politécnica de Castelo Branco irá reforçar também a sua aposta na formação ao longo da vida, apoiando pessoas, empresas e instituições na atualização e aquisição de competências em domínios específicos do saber.
Para quem está a escolher um curso superior, o novo estatuto reforça o valor académico e institucional de estudar na Universidade Politécnica de Castelo Branco. Os estudantes encontram uma instituição de dimensão humana, com acompanhamento próximo, laboratórios e equipamentos especializados, oportunidades de mobilidade internacional, participação em projetos de investigação e contacto direto com empresas e organizações.
A ambição é transformar a Universidade Politécnica de Castelo Branco como uma Universidade Politécnica de referência no país, reconhecida pela qualidade da formação, pela relevância da investigação e pela capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas.
Luís Farinha afirmou que “queremos construir uma Universidade Politécnica profundamente comprometida com os estudantes e com o território, aberta ao país e ao mundo. Uma instituição capaz de transformar conhecimento em oportunidades, inovação e progresso coletivo”.