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Domingo, Julho 26, 2026
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JSD Distrital apresentou prioridades aos deputados do PSD

JSD Distrital apresentou prioridades aos deputados do PSD

A JSD Distrital de Castelo Branco esteve reunida na Assembleia da República com os deputados do PSD eleitos pelo Círculo Eleitoral de Castelo Branco, Ricardo Aires e Leonor Cipriano. O encontro teve como objetivo analisar o Orçamento do Estado para 2026 e avaliar o seu impacto no desenvolvimento económico, social e territorial da Beira Baixa, bem como proceder à entrega formal da Moção de Estratégia Global “É para Avançar!”, aprovada pela estrutura no seu 8º Congresso Distrital, refere a Juventude Social-democrata.

Ao longo da reunião foram discutidas as preocupações e prioridades que a JSD considera essenciais para o futuro do distrito, destacando-se de forma particular a área da mobilidade, entendida como pilar determinante para a competitividade regional. A estrutura sublinhou que obras como o IC31, a conclusão do IC6, a requalificação do IC8, da EN 238 e a modernização da ferrovia são “decisivas para permitir ao distrito uma ligação eficiente ao futuro Porto Seco da Guarda e, assim, atrair investimento, reforçar a atividade económica, melhorar a circulação de mercadorias e garantir condições que fixem jovens e empresas no interior”.

A JSD Distrital de Castelo Branco defende um IRS Jovem reforçado para o interior, propondo que os jovens trabalhadores do distrito beneficiem de isenção total nos primeiros anos de atividade e de maiores percentagens de desconto nos anos seguintes, acima das aplicadas atualmente. Esta diferenciação positiva permitiria “atrair e fixar jovens, impulsionar a competitividade do interior e criar condições reais para que a nossa geração construa aqui o seu futuro”.

Os jovens social-democratas transmitiram ainda aos deputados a sua posição relativamente ao Projeto Sophia, manifestando preocupação com a dimensão e os impactos ambientais e sociais associados à instalação de grandes centrais solares que abrangem centenas de hectares no distrito de Castelo Branco. A estrutura defende que a transição energética é “necessária e desejável”, mas “não pode ser feita à custa da paisagem, da biodiversidade, das atividades económicas locais e do bem-estar das populações”.