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Freguesia de Castelo Branco duplica verba do Fundo de Emergência Social

A verba do Fundo de Emergência Social da Junta de Freguesia de Castelo Branco para 2023 é de 20 mil euros.

O orçamento para este ano foi duplicado e, de acordo com o presidente José Dias Pires, “é para ser todo utilizado”.

Como já havíamos anunciado anteriormente, em conferência de imprensa, o autarca explicou que nos outros anos, esta rubrica tinha uma utilização que não ultrapassava os 40%. O dinheiro que não era gasto, passava para o orçamento do ano seguinte.

O presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco sobre quem pode ser o beneficiário e como é feita a utilização da verba destinada ao Fundo de Emergência Social.

Enquadrada nesta rubrica foi criado o Viva, Albicastrense Sénior, um complemento operacionalizador que, “em princípio irá esgotar a verba” do programa, afirmou José Dias Pires.

As medidas são as mesmas. O que difere é que, neste caso, a Junta de Freguesia conta com as associações e instituições com quem têm parceria para identificar pessoas/famílias com dificuldades económicas.

José Dias Pires, presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, em conferência de imprensa, sobre o Fundo de Emergência Social e o programa Viva, Albicastrense Sénior, que tem alocado uma verba de 20 mil euros para 2023.

Domingo há Marcha pelo Autismo

O Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, em Castelo Branco, promove para este domingo, 2 de abril, a 1ª Marcha pelo Autismo.

Esta iniciativa decorre no dia em que se assinala o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, que tem como principal objetivo consciencializar os cidadãos para esta perturbação específica e incentivar a sua inclusão na sociedade.

Em nota é referido que, partindo do lema do projeto educativo “Trajetos de Inclusão” e atendendo à dedicação deste Agrupamento de Escolas e toda a sua comunidade escolar têm realizado na inclusão de crianças/jovens com Perturbação do Espetro do Autismo, organizam este evento com o intuito de sensibilizar e dar a conhecer as boas práticas educativas, que acreditam que possam transformar a consciência de cada membro da comunidade.

O início está marcado para as 18h30, na Escola Sede do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva. O trajeto inclui uma passagem por todos os estabelecimentos de educação e ensino que compõem o este Agrupamento (Escola Básica de S. Tiago, Jardim de Infância Quinta das Violetas, Escola Básica com Jardim de Infância do Castelo e Escola Básica da Mina).

O desafio é lançado à comunidade em geral para se juntar a esta causa e vestir uma t-shirt azul celeste.

PJ deteve suspeitos por tráfico de pessoas e escravidão

polícia judiciária

A PJ, através da Diretoria do Centro, em cumprimento de mandados de detenção emitidos pelo DIAP de Castelo Branco, deteve três elementos da mesma família, pela presumível autoria dos crimes de tráfico de pessoas, para fins de exploração laboral e escravidão.

Em comunicado a Polícia Judiciária explica que os arguidos, de forma concertada e organizada, desde há vários anos a esta parte, vinham a recrutar pessoas fragilizadas, com carências económicas e em processos de exclusão social, que ludibriavam com promessas de emprego bem remunerado, em explorações agrícolas em Espanha e Portugal.

Os detidos são dois homens e uma mulher, com 35, 52 e 53 anos.

A PJ conta que os arguidos intermediavam junto de vários empregadores o fornecimento deste tipo de mão de obra, mantendo as vítimas controladas sob ameaça e coação, ficando na posse da quase totalidade dos proventos auferidos, através da apropriação do dinheiro que os empresários lhe entregavam para pagamento dos salários.

No decurso das investigações, em novembro de 2022, com a colaboração da GNR, foi resgatada uma mulher de 36 anos com um filho menor, que se encontrava escravizada pelo grupo há 23 anos, vivendo na cidade de Castelo Branco, num anexo da habitação dos suspeitos, em condições desumanas. Além de trabalhar sem qualquer tipo de remuneração em várias campanhas agrícolas, era obrigada a entregar as prestações sociais que mensalmente recebia.

Na vertente do acolhimento e estabilização emocional da mãe e filho, a investigação contou ainda com a colaboração das Equipas Multidisciplinares Especializadas de Assistência a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos. A operação desenvolvida pela PJ, na qual participaram valências dos Comandos Distritais da PSP de Castelo Branco e Portalegre, visou a localização e detenção dos suspeitos e a recolha elementos probatórios adicionais.

Os detidos foram presentes às autoridades judiciárias para primeiro interrogatório, ficando sujeitos à medida de coação de prisão preventiva.

“Crucifixos – Sinais da Fé” no Museu do Canteiro

A exposição “Crucifixos – Sinais da Fé” está patente no Museu do Canteiro, em Alcains, concelho de Castelo Branco, até 30 de abril.

Esta mostra apresenta algumas coleções de um dos mais importantes símbolos do cristianismo e do catolicismo, o crucifixo.

Uma das coleções pertence à Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Alcains e habitualmente não se encontra exposta. Esta coleção, oferecida à paróquia de Alcains, pertenceu ao já falecido D. Aurélio Granada Escudeiro, antigo Bispo Emérito de Angra, conta a autarquia albicastrense.

Para esta exposição foram selecionados crucifixos, maioritariamente estrangeiros, da Alemanha, Polônia, Filipinas, Peru, México, Goa, da Turquia, Terra Santa e vários outros africanos.

A mostra conta ainda com peças do acervo particular de Francisco Elias, onde são apresentados trabalhos de alguns dos melhores artesãos nacionais sob a temática geral da Páscoa/Crucificação reforçando a divulgação do património etnográfico português e a sua evolução ao longo dos tempos, realizada pelo Museu do Canteiro. A coleção apresenta um leque variado de crucifixos feitos em diversos materiais e das mais diferentes regiões.

Há 26 anos a manter a tradição

O Grupo de Danças e Cantares da Beira Baixa assinalou, neste mês de março, 26 anos de existência.

A Associação “As Palmeiras”, em Castelo Branco, mantém-se firme em manter as tradições e costumes das danças e cantares desta região, de geração em geração. Trabalho esse que só é possível através do rejuvenescimento deste grupo.

À Rádio Castelo Branco, Arlindo Fonseca, presidente da coletividade, referiu que comemorar 26 anos do grupo de folclore “é significativo” e que tem sido o grande impulsionador ao nome da associação.

Desde a sua constituição, que o foco se mantém em guardar, representar e divulgar as tradições.

Arlindo Fonseca, presidente da Associação “As Palmeiras”, deu o seu caso como exemplo, no rejuvenescimento do Grupo de Danças e Cantares da Beira Baixa, onde a família integra o grupo.

O Grupo de Danças e Cantares da Beira Baixa é uma das valências da Associação “As Palmeiras” e existe há 26 anos.

O grupo de folclore que tem levado o nome da coletividade e de Castelo Branco a vários pontos do país, mas também a outros países.