A Associação Juvenil Ribeiro das Perdizes, em Castelo Branco, organiza para este domingo, 21 de maio, o XI Passeio Pedestre Rota de S. Martinho.
O arranque acontece em frente à sede da coletividade, com a concentração marcada para as 8h30. A caminhada tem um percurso de dificuldade média, com cerca de 12km. A edição deste ano volta a passar pelas Cascatas de S. Martinho.
Após a volta está programado um almoço-convívio, por volta das 13h30, da sede da associação. A organização refere que haverá sardinhas, febras e pratos vegetarianos.
As inscrições estão abertas até ao início do passeio, podendo ser apenas para a caminhada ou para o almoço, ou para as duas opções. As crianças até aos 6 anos têm inscrição gratuita, dos 6 aos 12 anos é de 10 Perdizes. Para os adultos sócios o valor é de 14 Perdizes e os não sócios de 16 Perdizes. A inscrição pode ser feita para os diversos contactos da Associação Juvenil Ribeiro das Perdizes ou junto dos elementos da coletividade.
A Azeitona Galega da Beira Baixa já recebeu o certificado de Indicação Geográfica Protegida, pela Comissão Europeia.
Este produto endógeno foi o mais recente produto português a juntar-se a esta lista, através de um trabalho desenvolvido há vários anos pela APABI – Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior.
A partir deste momento todos os produtores de Azeitona Galega da área geográfica abrangida por esta associação dispõem de um instrumento de valorização e comunicação desta azeitona de conserva, tipicamente desta região do país, perante os diferentes mercados.
João Pereira, presidente da APABI, explicou que esta variedade de azeitona tem menor rentabilidade na produção de azeite e que tem particularidades em campo e esta certificação é uma mais-valia para o produtor.
A entrega da certificação da “Galeguinha”, como João Pereira, presidente da APABI, apelida a Azeitona Galega da Beira Baixa, é “um dia histórico”.
Apesar do processo realizado até aqui, há agora um trabalho que começa, para provar a todos que são capaz de colocar esta azeitona no mercado.
Notoriedade essa que a azeitona galega da Beira Baixa já tem, numa vertente mais histórica, mas que necessita do reconhecimento para “que haja produção e estancar o abandono da galega”, realçou o presidente da APABI.
Um dos passos é também a adaptação dos lagares “da melhor forma”, para a azeitona que vai para o azeite e outra para conserva. João Pereira acrescentou que, para tal, “é preciso um elo de ligação com a indústria da conserva”.
João Pereira, presidente da APABI, a referir que está dado o ponto de partida para se desenvolver um novo produto, de confiança, para a Azeitona Galega da Beira Baixa.
A entrega do certificado aconteceu na propriedade de Eduardo Rodrigues, no Lagar Fio da Beira, Freguesia de Almaceda, concelho de Castelo Branco. Este é o maior olival a norte do Tejo, com 800he, e que 20% é de azeitona galega.
O proprietário falou da mais-valia da certificação para a região, assim como para esta variedade da azeitona.
Com a certificação da Azeitona Galega da Beira Baixa, Eduardo Rodrigues, proprietário do Lagar Fio da Beira, e onde decorreu a cerimónia de entrega, espera agora que se possa tirar o melhor proveito deste produto.
Este sábado, 20 de maio, está marcada a Embaixada da Beira Interior a Lisboa P’la Reposição das SCUTs na A23, A24 e A25, promovida pela Plataforma P’la Reposição das SCUTs na A23 e A25.
Tratando-se de uma Embaixada e, como o nome indica, a organização aguarda a participação de cerca de 200 pessoas representativas de várias localidades da Beira Interior e de vários extratos sociais da população. Em comunicado asseguram que “este número vai ser cumprido e até ultrapassado e que uma delegação da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo estará connosco”.
O início está marcado pelas 15h, na Rotunda do Marquês, seguindo até junto da Assembleia da República, local onde será feita uma concentração e onde serão proferidas intervenções sobre o tema das Portagens no Interior.
Este movimento refere que as portagens na A23, A24 e A25 são “um atentado económico e social ao Interior do País e um entrave à Coesão Territorial. Por isso exigimos a sua eliminação e a reposição das SCUTs”.
A SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social – promove para 5ªfeira, 25 de maio, um debate sobre “A Beira à Beira do Futuro! Uma Visão da saúde na Beira e em Portugal, no pós-pandemia”.
Depois da pandemia, a Saúde em Portugal enfrenta um conjunto de novos e importantes desafios. Estará o SNS preparado para responder a esses desafios? Poderemos melhorar o acesso e a qualidade dos cuidados de saúde prestados à população? Como? Estas são apenas algumas das questões em análise no jantar-debate, explica a associação.
Esta iniciativa vai decorrer numa unidade hoteleira na Represa, na União de Freguesia de Cebolais de Cima e Retaxo, concelho de Castelo Branco.
O momento vai contar com a presença de Leopoldo Rodrigues, Presidente da Câmara de Castelo Branco; Álvaro Beleza, presidente da SEDES; Fernando Jorge, presidente da SEDES Castelo Branco; Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos; e Miguel Castelo-Branco, presidente da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior.
As inscrições estão abertas até 3ªfeira, 23 de maio, para os contactos da distrital de Castelo Branco da SEDES.
O Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, em Castelo Branco, acolheu o Encontro Regional de Coordenadores da Estratégia de Educação para a Cidadania na Escola, promovido pela Direção de Serviços de Projetos Educativos da Direção-Geral da Educação, com o tema “Participação dos Alunos e a Abordagem Interdisciplinar na componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento”.
Este encontro contou com a presença de diretores de Agrupamento de Escolas, membros dos órgãos de gestão, docentes e técnicos de vários agrupamentos da região Centro e representantes da equipa central da Autonomia e Flexibilidade Curricular.
Segundo a instituição albicastrense, de acordo com a temática abordada, a participação dos alunos neste evento foi indispensável. Assim, a turma do 5º2, sob a orientação da professora Ilda Cruz, apresentou, como exemplo de projeto integrado na estratégia de Educação para a Cidadania, “O porquinho mealheiro”. Posteriormente, a participação dos delegados e subdelegados das turmas do 3º Ciclo do Ensino Básico enriqueceram a trocas de ideias, de experiências e de vivências.
O presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Lobo, plantou um Tulipeiro da Virgínia na Mata Nacional do Bussaco, num dia em que duas outras personalidades plantaram uma camélia e um cedro do Bussaco, respetivamente Maria Grazina, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra; e Laurence Bindoff, professor e consultor em Neurologia da Universidade de Bergen; e dezenas de voluntários participaram na remoção de invasoras, nomeadamente acácias.
De acordo com a autarquia, o presidente do Conselho Diretivo da Fundação Mata do Bussaco, Guilherme Duarte, surpreendeu o autarca proencense com a plantação do Tulipeiro da Virgínia, referiu ser esta uma forma de deixar a marca de Proença-a-Nova neste local e um reconhecimento pelo facto de o IV Passeio Anual do Pessoal da Câmara Municipal se ter iniciado neste espaço. Este responsável referiu ainda a floresta como ponto comum entre os dois territórios, ainda que com características diferentes. Por sua vez, João Lobo agradeceu a distinção e revelou-se disponível para colaborar com a Fundação em programas de sensibilização a realizar com as escolas do concelho e em colaborações através do Centro Ciência Viva da Floresta.
Iniciativas deste género têm como objetivo promover a conservação da Mata Nacional do Bussaco, localizada no concelho da Mealhada, e potenciar a renovação deste local que foi doada pelo Bispo de Coimbra à Ordem dos Carmelitas Descalços em 1628, assim como também se pretende divulgar o trabalho que é desenvolvido neste local, em várias vertentes.