Há 10 anos (11 de dezembro de 2015), Idanha-a-Nova tornou-se a primeira Cidade Criativa da Música em Portugal. Uma década depois desta distinção da UNESCO, Idanha-a-Nova prossegue o caminho de território de música, de cultura e de criatividade. A presidente da Câmara Municipal afirma que “fazemo-lo com redobrado afinco”.
Dez anos depois da Rede de Cidades Criativas da UNESCO ter distinguido Idanha-a-Nova como Cidade Criativa da Música, colocando-a num lugar de destaque entre as capitais e grandes cidades de todo o Mundo, prosseguem o caminho de consolidação do património musical e da vivência que a música proporciona no concelho.
Sinónimo disso mesmo é a ligação ímpar que a Idanha-a-Nova e as suas gentes têm com a música. Elza Gonçalves sublinha que “esta identidade tão singular leva a que, neste território, se investigue tão profundamente as nossas tradições, ao mesmo tempo que apostamos em melhores infraestruturas culturais e novos caminhos”. E, para que este código genético prossiga o seu caminho, a autarca realça que “desenvolvemos também o ensino da música e a recuperação e valorização dos instrumentos musicais. É desta forma que queremos garantir, pelas novas gerações, que o toque dos nossos adufes vai continuar a ecoar nos quatro cantos do Mundo e, com ele os acordes da nossa viola beiroa”.
Dez anos depois de Idanha-a-Nova Cidade Criativa da Música “mostramos ao Mundo como acolhemos um número raro e diversificado de géneros e abordagens musicais, promovendo, ao longo do ano, uma quantidade notável de eventos ligados à música, desde a eletrónica mais moderna aos sons tradicionais, passando pelo registo erudito e os cruzamentos disciplinares”, destaca Elza Gonçalves.
Segura de que é, através deste trajeto, que a autarquia irá consolidar a excelência no âmbito das indústrias criativas, a presidente da Câmara idanhense revela que “reforçaremos ainda mais a troca de experiências e conhecimentos com várias cidades nacionais e internacionais”.