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Governador do Banco de Portugal anuncia aumento de trabalhadores na Agência Regional em Castelo Branco

Governador do Banco de Portugal anuncia aumento de trabalhadores na Agência Regional em Castelo Branco

O Governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, esteve no Município de Castelo Branco, no âmbito de uma visita à Agência Regional do Banco de Portugal em Castelo Branco, que reforçou a confiança nas potencialidades da cidade e da região.

Em reunião com o presidente da Câmara Municipal foram discutidos vários temas relacionados com o desenvolvimento económico, bem como desafios e perspetivas de futuro para o concelho.

A autarquia conta que o Governador mostrou-se confiante com as instalações da Agência Regional do Banco de Portugal na cidade albicastrense, tendo anunciado que está previsto o aumento do número de trabalhadores na instituição, de forma a melhorar os serviços prestados à comunidade.

Para a Câmara de Castelo Branco, esta decisão demonstra “um compromisso de proximidade com o Interior do país e de reforço da presença institucional do Banco de Portugal fora dos grandes centros urbanos, contribuindo para promover uma cobertura eficaz e de qualidade junto dos cidadãos e das empresas da região”.

Para Leopoldo Rodrigues, a criação de novos postos de trabalho “será um passo significativo para o reforço da presença e capacidade de resposta desta instituição na nossa região e irá contribuir para o dinamismo e a estabilidade económica do município”.

O autarca acrescenta que “esta visita fortalece a confiança em que Castelo Branco está no caminho certo para continuar a crescer, inovar e criar melhores condições de vida para todos”.

O Banco de Portugal tem 6 agências no país – Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro e Viseu – além da Sede em Lisboa, da Filial no Porto e das Delegações Regionais dos Açores e da Madeira. A Agência Regional do Banco de Portugal em Castelo Branco situa-se na Praça Rei D. José e presta vários serviços ao público, nomeadamente relacionados com responsabilidades de crédito, restrição ao uso de cheque e base de Dados de Contas.

Concerto comemorativo do 137º aniversário da Filarmónica Idanhense

Concerto comemorativo do 137º aniversário da Filarmónica Idanhense

A Filarmónica Idanhense assinalou 137 anos de existência com o concerto Toy & Filarmónica Idanhense. Desde 1888, que a Filarmónica tem sido escola de música, espaço de convivência, palco de talentos e, sobretudo, um elo forte entre gerações. O seu trabalho continua a inspirar crianças, jovens e adultos, através de projetos que reforçam a herança cultural, como a Academia de Artes Catarina Chitas, a Oficina da Música Tradicional, a Universidade Sénior e o ensino musical no território em diversas iniciativas como a PlusBand.

Na ocasião, a autarquia destaca as palavras da presidente da Câmara Municipal, afirmando que “celebramos juntos 137 anos de uma história que é muito mais do que música. É a história de uma identidade”. Elza Gonçalves lembrou que a Filarmónica Idanhense “está nas nossas memórias mais antigas, nas nossas festas, nas procissões que passam de geração em geração e nas manhãs frias de dezembro em que os seus acordes aquecem o coração de toda a comunidade”.

A autarquia caracterizou a Filarmónica como uma instituição que “une gerações, une histórias, une Idanha”, uma vez que “aqui, as nossas crianças descobrem a música, os jovens encontram responsabilidade e talento, os adultos mantêm viva uma paixão antiga e os nossos seniores encontram encontro, alegria e partilha”.

Para Elza Gonçalves, “se temos no concelho um associativismo rico e dedicado”, a “Filarmónica destaca-se como a verdadeira Associação das Tradições”.

Na cerimónia evocativa usaram também da palavra João Couchinho, presidente da Junta da União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes; e João Roxo Rodrigues, presidente da Assembleia Municipal, que enalteceram o percurso histórico da Filarmónica, o seu contributo para a preservação da identidade local e o papel determinante na formação musical de várias gerações.

Foram igualmente reconhecidos o trabalho da direção, o empenho dos professores, o mérito dos músicos e o envolvimento das famílias, elementos fundamentais para a vitalidade e continuidade desta instituição.

A Filarmónica Idanhense permanece como um símbolo de cultura, tradição e coesão comunitária, projetando o nome de Idanha-a-Nova enquanto Cidade Criativa da Música – Rede De Cidades Criativas da UNESCO e reforçando o nosso património imaterial.

Escola Superior Agrária comemorou 42 anos

Escola Superior Agrária comemorou 42 anos

A ESA – Escola Superior Agrária -, de Castelo Branco, comemorou o seu 42º aniversário, numa cerimónia que contou com a presença do secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, antigo estudante da instituição.

A sessão iniciou-se com um momento musical interpretado por Miguel Carvalhinho e Pedro Ladeira, seguido da sessão solene.

Na sua intervenção, António Fernandes, presidente do IPCB – Instituto Politécnico de Castelo Branco – evidenciou o papel determinante da ESA e do IPCB no desenvolvimento do setor florestal em Portugal, salientando o contributo científico, técnico e profissional que a instituição tem vindo a assegurar ao longo de mais de quatro décadas.

Já Paulo Fernandez, diretor da ESA, destacou o orgulho da escola em receber, no seu aniversário, o secretário de Estado das Florestas, diplomado pela instituição, sublinhando que o seu percurso profissional e governativo é motivo de satisfação para toda a instituição, agradeceu também a presença de todos os os convidados e o trabalho da equipa organizadora.

Um dos momentos mais aguardados foi a intervenção do secretário de Estado das Florestas, que recordou o seu percurso académico na ESA e os conhecimentos adquiridos para a sua carreira profissional e para o exercício de funções públicas. Rui Ladeira abordou ainda os desafios e prioridades do setor florestal, nomeadamente a valorização do território, a gestão sustentável dos recursos e o reforço das políticas de prevenção e ordenamento florestal.

A sessão comemorativa seguiu com a homenagem aos docentes aposentados, através da entrega de uma placa, num gesto de reconhecimento pelo contributo prestado ao longo dos anos.

A terminar, o aniversário contou com a habitual fotografia de grupo na escadaria principal e com o corte do bolo de aniversário.

10ª Corrida São Silvestre de Idanha-a-Nova juntou mais de 300 atletas

10ª Corrida São Silvestre de Idanha-a-Nova juntou mais de 300 atletas

A 10ª Corrida São Silvestre de Idanha-a-Nova juntou mais 300 atletas, numa organização conjuntamente pelo Club União Idanhense, União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes e pela Câmara de Idanha-a-Nova, e com apoio técnico da Associação de Atletismo de Castelo Branco e da PTN Sports.

A São Silvestre de Idanha-a-Nova, aberta a todos os atletas e clubes, federados, não federados, associações, outras entidades e população em geral teve início no Recinto da Feira Raiana, e incluiu uma caminhada, a Prova da Pequenada e os 10km.

A autarquia local refere que a competição contou com a presença da presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, que deu as boas-vindas aos participantes, classificando este “um momento especial para o nosso concelho, um encontro de energia, de desporto, de comunidade e de celebração daquilo que somos”.

Elza Gonçalves dirigiu uma “palavra profunda de agradecimento aos organizadores deste evento” e que “o vosso empenho, a vossa dedicação e a vossa capacidade de unir instituições, voluntários e parceiros fazem desta prova um exemplo de organização e espírito colaborativo”.

A autarca saudou, “com entusiasmo”, todos os atletas, frisando que “alguns vêm de longe, outros regressam todos os anos, e outros ainda participam pela primeira vez. Esta prova de 10 km, a Caminhada e a Prova da Pequenada mostram que o desporto é, verdadeiramente, para todos, e que nesta terra sabemos celebrar cada passo, cada esforço e cada conquista”.

Quanto a resultados, no Ranking Individual os vencedores foram Alexandre Venâncio (Sport Club Beira-Mar), em Absolutos Masculinos; Emília Pisoeiro (Clube Desportivo de Espite), em Absolutos Femininos; Afonso Dinis Nunes Jóia (Club União Idanhense) em Benjamins; Rodrigo Madaleno (Penta Clube da Covilhã), em Infantis; Rafael Moraes (Penta Clube da Covilhã) em Iniciados; e Igor Almeida Gomes (GDC Guilhovai) em Juvenis.

“A Tradição Multicultural do Presépio” em exposição no Museu do Canteiro

“A Tradição Multicultural do Presépio” em exposição no Museu do Canteiro

O Museu do Canteiro, em Alcains, concelho de Castelo Branco, tem patente a exposição “A Tradição Multicultural do Presépio – Um Símbolo a Perpetuar”, até 25 de janeiro.

O presépio simboliza valores como fé, humildade, amor, união familiar e o espírito natalício que deve ser mantido e transmitido geracionalmente. Este é um dos símbolos mais significativos do Natal, pois representa o nascimento de Jesus Cristo, em Belém. Esta tradição, que começou com São Francisco de Assis no século XIII, recorda-nos a simplicidade e a humildade do momento em que Jesus veio ao mundo, trazendo uma mensagem de amor, paz e esperança para toda a humanidade.

Expor presépios é, portanto, um gesto que nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido do Natal, a valorizar os laços familiares e a cultivar sentimentos de solidariedade, partilha e amor ao próximo. Assim, o presépio continua a ser um símbolo que merece ser perpetuado de geração em geração.

A tradição de montar o presépio é uma prática profundamente enraizada na nossa cultura na época natalícia. As principais figuras do presépio são, além dos três elementos da Sagrada Família, os animais, a estrela-guia e os reis magos: Baltazar, Belchior e Gaspar.

Em muitas casas portuguesas, a montagem do presépio, geralmente com figuras de barro, é uma atividade realizada em família.

Reza a tradição que o Menino Jesus só seja colocado na manjedoura à meia-noite na noite de 24 para o 25 de dezembro e que os Reis Magos só apareçam alguns dias depois (6 de janeiro, Dia de Reis).

A exposição anual alusiva à época natalícia, patente no Museu do Canteiro pelo 20º ano consecutivo, pretende, uma vez mais, reforçar este espírito. Os presépios têm sido bastante diversificados: elaborados a partir de vários tipos de materiais, de autores ou linhas estéticas muito diferentes e de múltiplos pontos geográficos. Contudo uma presença habitual é a do presépio tradicional português. Este ano o foco será precisamente sobre a tradição de montar o presépio em família que deve ser mantida e transmitida geracionalmente.

CLAIM de Idanha-a-Nova celebra o Natal com uma mesa cheia de sabores do mundo

CLAIM de Idanha-a-Nova celebra o Natal com uma mesa cheia de sabores do mundo

O Município de Idanha-a-Nova, através do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), convida a comunidade a participar na iniciativa “Natal Intercultural: Um Mundo de Sabores”, um momento dedicado à partilha, ao diálogo e à convivência entre culturas.

Entre esta 4ª e 6ªfeira, 10 e 12 de dezembro, a partir das 15h30, quem visitar o espaço, localizado no edifício do Antigo Jardim de Infância de Idanha-a-Nova, pode provar doces tradicionais portugueses e sabores de diferentes origens culturais, conta a autarquia idanhense.

A participação é aberta a toda a comunidade, podendo os participantes trazer um doce de festa do seu país ou simplesmente contribuir com a sua presença. Esta é uma oportunidade para celebrar o Natal através dos sabores, das histórias e das pessoas que enriquecem o concelho.

Greve Geral esta 5ªfeira

Greve Geral esta 5ªfeira

Esta 5ªfeira, 11 de dezembro, fica marcada pela Greve Geral, 12 anos depois da última (27 de junho de 2013).

A CGTP e a UGT convocaram este protesto que está a acontecer de norte a sul do país e ilhas, em vários setores.

Esta é uma resposta ao pacote laboral levado a cabo pelo Governo PSD/CDS-PP, liderado por Luís Montenegro.

Para a CGTP, o Governo “desenvolve uma estratégia que afronta a Constituição da República Portuguesa e procura fragilizar os direitos laborais bem como o direito à saúde, à educação, à proteção social, à habituação, entre outros”.

Para a convocação desta greve geral, em causa o pacote laboral “com mais de cem medidas, representaria, se fosse posto em prática, um enorme retrocesso nos direitos dos trabalhadores.

A CGTP e UGT afirmam que “rejeitamos o Pacote laboral, exigimos ao Governo a sua retirada”.

De forma resumida, na visão dos sindicatos, este Pacote laboral acentua a precariedade, a desregulação dos horários e a fragilização dos direitos fundamentais dos trabalhadores.