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Quarta-feira, Agosto 26, 2026
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Município de Idanha-a-Nova debateu o futuro estratégico do Tejo Internacional

Município de Idanha-a-Nova debateu o futuro estratégico do Tejo Internacional

O Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, acolheu o Seminário “Tejo Internacional: Um Território, Um Destino”, integrado no programa da XXVI Feira Raiana, que está a decorrer até domingo, 26 de julho. O encontro reuniu decisores políticos, especialistas e representantes institucionais de Portugal e de Espanha para analisar o potencial económico, turístico e ambiental deste espaço transfronteiriço.

A autarquia refere que o seminário centrou-se na identificação de caminhos inovadores para o desenvolvimento sustentável, assentes na partilha de boas práticas e no estímulo à cooperação entre as entidades públicas e privadas de ambos os lados da fronteira.

Durante a sua intervenção, a presidente da Câmara de Idanha-a-Nova sublinhou o valor estratégico da cooperação e do património partilhado, pois “olhamos para o território do Tejo Internacional como um espaço de extraordinária riqueza natural, paisagística, cultural e patrimonial. Esta herança é partilhada com orgulho entre Portugal e Espanha”. Elza Gonçalves destacou a importância dos instrumentos de preservação e a ligação direta à XXVI Feira Raiana, afirmando que “a nossa identidade raiana une-nos também através do Parque Natural e da Reserva da Biosfera, o que demonstram a nossa capacidade coletiva de preservar o que nos define. Ora, essa mesma essência cultural e económica encontra-se plenamente espelhada na XXVI Feira Raiana, para a qual estendo a todos o mais caloroso convite de visita”. A líder do Executivo Municipal concluiu apontando o turismo de natureza, a biodiversidade e a cultura como os alicerces necessários para afirmar a região como um destino de excelência.

Já o presidente da CCDRC, I.P. – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro – salientou a relevância acrescida que as operações de planeamento estratégico assumem no atual contexto administrativo, preparando as regiões para o relacionamento com a administração central do Estado. Ribau Esteves enfatizou a relevância do novo formato e competências das CCDR, que integraram, entre outras, a tutela de áreas como a agricultura, a cultura, a educação e a saúde.