Está de regresso mais uma edição do Salva a Terra Ecofestival a Salvaterra do Extremo, no concelho de Idanha-a-Nova. Entre 25 e 28 de junho, a vila recebe músicos, artistas, oficinas, conversas, dança e sessões de ioga, e uma feira de produtos biológicos, em vários espaços espalhados pela localidade, todos de acesso gratuito.
A iniciativa é coorganizada pelo Município de Idanha-a-Nova (Cidade Criativa UNESCO na Música), pela União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e pela Quercus, contando, este ano, com o apoio da ARI Geografia Criativa-Festival da Paisagem 2026 [Naturtejo].
A ecologia, a sustentabilidade e o diálogo multidisciplinar e intercultural estão entre as preocupações do Salva a Terra Ecofestival, que traz participantes de vários países, e cujos lucros apoiam a conservação da fauna selvagem no CERAS – Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens -, sediado em Castelo Branco, como frisa a organização
À semelhança da edição anterior, a Quercus dá conta que preparou uma programação paralela centrada em temas ligados ao ambiente e à ecologia, com a intenção de criar uma consciência mais sustentável.
As atividades dinamizadas por esta associação irão decorrer ao longo de três dos quatro dias que dura o festival, em vários espaços de Salvaterra do Extremo. A programação integra diferentes formatos, incluindo Conversas, Oficinas, Oficinas Familiares e Percursos, dirigidos a públicos de todas as idades. Para os mais novos, destacam-se iniciativas como o espaço infantil “Pequenos Salvadores da Terra” e a Feirinha das Crianças, onde serão expostas pequenas obras de arte e trabalhos de artesanato feitos com carinho pelos mais pequenos, assim como brinquedos e roupas em segunda mão, numa banca organizada e dinamizada pelas próprias crianças.
Durante o festival, irá estar também presente a banca da Quercus que, além das atividades normais de esclarecimento sobre a ação e missão da Associação, irá prestar esclarecimentos sobre as formas de participação ambiental, através de consultas públicas, denúncias e mobilização de grupos informais para reivindicar o interesse público ambiental.
Em paralelo, haverá ainda uma banca do CERAS, que será composta de um espaço informativo dedicado ao trabalho do centro, sensibilizando para a conservação da fauna e para a importância da proteção da vida selvagem. O programa inclui ainda exposições dedicadas a temas ambientais, reforçando a componente de sensibilização e educação ambiental do festival.