O Orçamento da Câmara de Idanha-a-Nova foi aprovado na última Assembleia Municipal (22 de dezembro), que se realizou na Sala de Sessões dos Paços de Concelho. A proposta contou com o voto favorável da bancada municipal do PS e do deputado independente do “por Proença-a-Velha”, a abstenção da bancada municipal do Movimento para Todos e o voto contra da bancada municipal do Chega, tendo sido assim viabilizado o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para o ano de 2026 no valor de 43.697.871€, revela a autarquia.
Em sede de Assembleia Municipal foi também aprovada a aplicação do percentual de 0,25% relativo à Taxa Municipal de Direitos de Passagem para o ano de 2026, assim como a Taxa de Derrama para o ano de 2026 de 0,01%. A Câmara de Idanha-a-Nova justifica esta percentagem com a importância de “estimular a atividade económica local, reduzindo a carga fiscal sobre as empresas e promovendo condições favoráveis ao investimento, à manutenção e criação de postos de trabalho, bem como à fixação de atividades económicas no território municipal”.
O IMI, liquidada nos meses de fevereiro a abril, foi aprovado pelos deputados municipais. Para o ano de 2026 é aplicada uma taxa de IMI de 0,8% para prédios rústicos; 0,3% para prédios urbanos; uma majoração de 30% para prédios urbanos degradados; e uma redução para prédios de sujeitos passivos com dependentes a cargo.
A fixação da taxa de 2,5% de participação do IRS para o ano de 2026, percentagem que mantém igual à praticada em anos anteriores, mereceu o voto favorável da Assembleia Municipal de Idanha-a-Nova.
Os deputados municipais de Idanha-a-Nova votaram, por unanimidade, uma moção, apresentada pela Bancada do PS, contra a instalação das centrais fotovoltaicas nos termos atualmente propostos, defendendo que qualquer projeto energético deve respeitar a matriz ambiental, turística e identitária do concelho.
A Assembleia Municipal de Idanha-a-Nova aprovou ainda um voto de pesar pelo falecimento de Jean-Claude Rodet, autor de vários livros e numerosos artigos em diferentes revistas de saúde natural e de agricultura biológica. Morador em Idanha-a-Nova, Jean-Claude Rodet, fundou a Agrobio, Associação Portuguesa de Agricultura Biológica, e o Centro Documental Raiano.