O Salva a Terra Ecofestival 2026 tem início esta 5ªfeira, 25 de junho, em Salvaterra do Extremo, no concelho de Idanha-a-Nova, unindo música, arte, ecologia e sustentabilidade num festival de quatro dias dedicado ao património cultural, ao diálogo intercultural e à consciência ambiental. Coorganizado pelo Município de Idanha-a-Nova (Cidade Criativa UNESCO na Música), pela União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, com o apoio da ARI Geografia Criativa – Festival da Paisagem 2026 (Naturtejo), este evento destaca-se como o festival mais ecológico de Portugal.
O festival transforma Salvaterra do Extremo num palco vibrante de músicas do mundo, com artistas provenientes de Portugal, Espanha, Finlândia, Geórgia, Irão, Marrocos, Índia e outros países. Cinco palcos — Terra, Pelourinho, Igreja, Misericórdia e Lusco-Fusco — acolhem uma programação diversificada.
O programa musical também promove conversas e oficinas, que acontecem de 6ªferia a domingo, e que se manifestam através da música, do baile e da música eletrónica.
O Salva a Terra Ecofestival 2026 reforça o seu compromisso com a ecologia, a sustentabilidade e a educação ambiental, integrando uma programação paralela inteiramente dedicada ao ambiente e à conservação da natureza. Organizada pela Quercus, esta vertente do festival tem como objetivo sensibilizar todas as faixas etárias para a importância da proteção da fauna, da flora e dos ecossistemas, ao mesmo tempo que promove ações práticas e reflexão crítica.
As atividades ambientais decorrem entre 26 a 28 de junho e combinam conversas, oficinas, caminhadas, jogos pedagógicos e exposições, com enfoque em sustentabilidade, conservação da biodiversidade e participação cívica.
O Salva a Terra Ecofestival 2026 não se limita a ser um evento cultural, é um movimento de educação ambiental e ação coletiva. Através do seu programa de mediação, o festival inspira os participantes a adotarem hábitos sustentáveis, apoia a conservação da biodiversidade e reforça o papel da comunidade na proteção do planeta. Ao aliar música e ecologia, cria um modelo único de festival responsável e transformador.