A Câmara de Castelo Branco assinou Protocolos de Comparticipação Financeira com as 5 Sociedades Filarmónicas do concelho, reafirmando o seu compromisso com a valorização da cultura, da formação musical e da preservação das tradições locais.
As entidades abrangidas por este apoio são a Filarmónica Retaxense, a Sociedade Filarmónica de Tinalhas, a Sociedade Filarmónica de Louriçal do Campo, a Filarmónica Vicentina e a Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco.
No âmbito destes protocolos, o Município dá conta que atribuiu um apoio financeiro global de
62.500€, distribuído de forma equitativa pelas 5 bandas filarmónicas, correspondendo a 12.500€ para cada instituição.
Deste montante, 50.000€ destinam-se ao desenvolvimento da atividade regular das filarmónicas durante o ano de 2026, enquanto 12.500€ serão aplicados na aquisição, reparação e manutenção de equipamentos musicais e sonoros, contribuindo para a melhoria das condições de funcionamento e da qualidade das suas atividades, explica a autarquia.
A Câmara de Castelo Branco frisa que reconhece o papel relevante que as bandas filarmónicas desempenham na vida cultural e social do concelho, pois constituem um importante património cultural e histórico, preservando tradições musicais e promovendo a identidade local. A dimensão artística destas coletividades permite-lhes representar o concelho em diversos eventos e festividades de âmbito regional, nacional e internacional, contribuindo para a promoção e divulgação do território e afirmando-se como verdadeiras embaixadoras culturais de Castelo Branco. Além disso, as bandas filarmónicas assumem-se como espaços de encontro e participação comunitária, proporcionando atividades culturais e recreativas acessíveis à população e desempenhando um papel relevante na formação musical de várias faixas etárias, independentemente da origem social ou económica.
Nesse sentido, com este apoio, o Município albicastrense pretende garantir a continuidade da atividade destas instituições, reconhecendo o seu contributo para a dinamização cultural, a formação das novas gerações e a preservação de um património que constitui uma marca identitária das comunidades locais.