Investigadores revelam em Oleiros novos dados sobre o Padre António de Andrade

Investigadores revelam em Oleiros novos dados sobre o Padre António de Andrade O Município de Oleiros organizou o colóquio internacional “Um Oleirense no Tecto do Mundo”, que assinalou os 400 anos após a escritura da primeira carta pelo Padre António de Andrade, durante dois dias. A iniciativa, inserida no âmbito das comemorações dos quatro séculos do Descobrimento do Tibete, decorreu no Multiusos das Devesas Altas e contou com a moderação de Joaquim Magalhães de Castro, investigador da História da Expansão Portuguesa e grande conhecedor da figura, do feito e das expedições de Andrade. A autarquia oleirense conta que o evento reuniu sete oradores, reconhecidos académicos e investigadores especializados na figura do padre jesuíta, que partilharam dados inéditos e pouco conhecidos pelo público. Na abertura da sessão, Miguel Marques, presidente da Câmara Municipal, destacou o papel pioneiro de Padre António de Andrade no contacto entre a Europa e o povo tibetano, considerando o feito comparável à descoberta do caminho marítimo para a Índia. O primeiro painel de oradores, debruçou-se sobre aspetos como os antecedentes da missão do padre jesuíta as controvérsias relativamente à sua morte em Goa e as referências bibliográficas a esta figura histórica na documentação jesuíta romana. O segundo painel abordou temáticas como as influências artísticas e culturais nas vivências de António de Andrade, os seus aspetos psicológicos e espirituais, bem como as referências feitas na obra de Aquilino Ribeiro. Já o terceiro painel falou da necessidade da redescoberta da figura oleirense. Em jeito de conclusão, os intervenientes reuniram-se num último painel, tendo sido abordada a pertinência e a importância de evocar Andrade nos tempos atuais, o seu legado e o papel de todos para que lhe seja dado o destaque na História Universal.

O Município de Oleiros organizou o colóquio internacional “Um Oleirense no Tecto do Mundo”, que assinalou os 400 anos após a escritura da primeira carta pelo Padre António de Andrade, durante dois dias.

A iniciativa, inserida no âmbito das comemorações dos quatro séculos do Descobrimento do Tibete, decorreu no Multiusos das Devesas Altas e contou com a moderação de Joaquim Magalhães de Castro, investigador da História da Expansão Portuguesa e grande conhecedor da figura, do feito e das expedições de Andrade.

A autarquia oleirense conta que o evento reuniu sete oradores, reconhecidos académicos e investigadores especializados na figura do padre jesuíta, que partilharam dados inéditos e pouco conhecidos pelo público.

Na abertura da sessão, Miguel Marques, presidente da Câmara Municipal, destacou o papel pioneiro de Padre António de Andrade no contacto entre a Europa e o povo tibetano, considerando o feito comparável à descoberta do caminho marítimo para a Índia.

O primeiro painel de oradores, debruçou-se sobre aspetos como os antecedentes da missão do padre jesuíta as controvérsias relativamente à sua morte em Goa e as referências bibliográficas a esta figura histórica na documentação jesuíta romana. O segundo painel abordou temáticas como as influências artísticas e culturais nas vivências de António de Andrade, os seus aspetos psicológicos e espirituais, bem como as referências feitas na obra de Aquilino Ribeiro. Já o terceiro painel falou da necessidade da redescoberta da figura oleirense.

Em jeito de conclusão, os intervenientes reuniram-se num último painel, tendo sido abordada a pertinência e a importância de evocar Andrade nos tempos atuais, o seu legado e o papel de todos para que lhe seja dado o destaque na História Universal.