Nascida a partir do Boom Festival, a Boomland é uma realidade que floresce desde 2010 em Idanha-a-Nova. Ao longo destes anos, um grupo de pessoas idealizou e tem vindo a desenvolver um projeto de transformação humana onde a cultura, a arte, festivais e a consciência ambiental vivam em harmonia.
O interesse e o apoio que sentido das comunidades e da região foram fundamentais para a decisão que tomaram em 2010 e depois consumada no final de setembro de 2016, de continuar a investir no Interior, em Idanha-a-Nova, através da aquisição da Herdade da Granja, a Boomland. Esta é uma relação que é construída todos os dias e, agora, uma década depois da escolha que fizeram, querem celebrá-la todos os anos e querem fazê-lo com as várias comunidades que vivem neste território do distrito de Castelo Branco.
Nesse sentido, o Dia da Boomland será um evento anual pensado para essas pessoas: nacionais, locais, novos e antigos, imigrantes, para todos, e tem como grande objetivo cruzar os saberes e tradições da região com a cultura da Boomland.
Em comunicado é revelado que a primeira edição está agendada para 26 de setembro, entre as 9h e as 19h, e a entrada é gratuita. Ao longo do dia haverá percursos guiados: pela natureza, para descobrir os projetos ambientais que são premiados mundialmente; à descoberta das esculturas e das peças de arte permanente espalhadas pela herdade. Haverá também concertos, oficinas de dança, ioga, pensados para crianças, jovens, adultos e famílias.
Para o almoço do Dia da Boomland, a cantina terá um menu criado especialmente para a ocasião. O chef Miguel Rocha Vieira, um dos nomes mais reconhecidos nacionalmente, que tem estrelas Michelin e com raízes no distrito de Castelo Branco, é um convidado especial. Vai pegar na gastronomia regional e confecionar com uma abordagem criativa, mantendo a sua essência. E ainda desenvolver um prato vegetariano inspirado nas diferentes culturas que já enriquecem esta região.
Ao longo do ano, a herdade da Granja refere que é um lugar onde desenvolvem projetos que beneficiam a paisagem, a biodiversidade e regeneração da terra, “sempre de forma sustentável”.
Mais do que um dia de portas abertas, o Dia da Boomland é “um convite para que as comunidades possam celebrar connosco este património coletivo”.