Castelo Branco assinala o Dia Nacional dos Centros Históricos Portugueses, esta 6ªfeira, 27 de março, numa celebração dedicada à Memória, à Identidade e ao Património.
No âmbito das comemorações, a cidade albicastrense será palco da Cerimónia de Entrega do Prémio Nacional “Memória e Identidade” que irá distinguir o padre Joaquim Augusto Nunes Ganhão, diretor do Museu Diocesano de Santarém; e o professor Leonel Fadigas, arquiteto paisagista e urbanista, em reconhecimento pelos seus relevantes contributos na salvaguarda e valorização do património cultural.
A autarquia refere que o prémio distingue personalidades que se destacam na defesa e promoção do património, inspirado no lema “transformar sem destruir, crescer sem devorar as raízes”. A distinção enaltece percursos de vida marcados pela dedicação à arquitetura, engenharia, história e artes, áreas fundamentais para a preservação e dinamização dos centros históricos – verdadeiros guardiões da memória coletiva, dos valores culturais e da identidade.
A cerimónia vai decorrer no Salão Nobre da Câmara de Castelo Branco, às 15h; seguindo-se uma visita ao futuro Centro de Interpretação Mestre Templário Pedro Alvito, na Igreja de Santa Maria do Castelo; e ao Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco, na Praça de Camões.
O Município de Castelo Branco convida toda a comunidade a associar-se a esta celebração, que “reafirma o compromisso do concelho com a preservação do património e a valorização da sua identidade histórica e cultural”.