Arguido por furto em estabelecimento comercial

Detido por crime de uso de documento de identificação alheio O Comando Territorial de Castelo Branco da GNR, através do Destacamento de Trânsito de Castelo Branco, deteve um homem de 40 anos por uso de documento de identificação alheio no tacógrafo, no concelho de Vila Velha de Ródão. Durante a fiscalização de um veículo pesado de mercadorias, os militares da GNR, ao analisarem os documentos do suspeito, constataram que este estava a utilizar o cartão tacográfico de outro condutor, explica esta força de segurança. Desta forma, o suspeito conseguia ultrapassar os limites legais de tempo de condução, alternando o seu cartão pessoal com o de outro condutor, permitindo assim a continuidade da condução sem respeitar os períodos obrigatórios de descanso estabelecidos por lei. Esta prática, além de contrariar as normas de segurança rodoviária, tinha como objetivo aumentar a produtividade da empresa, burlando simultaneamente a fiscalização, diz a GNR. No decorrer da ação, foi apreendido o cartão tacográfico utilizado indevidamente, pertencente a outro condutor. O suspeito foi constituído arguido, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Castelo Branco.

O Comando Territorial de Castelo Branco da GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Castelo Branco, constituiu arguido um homem de 46 anos, por furto em estabelecimento comercial, no concelho de Vila Velha de Ródão.

Segundo um comunicado enviado por esta força de segurança, na sequência de uma denúncia por furto em estabelecimento comercial, no dia 7 de março, na localidade do Fratel, os militares da GNR deslocaram-se ao local onde verificaram que o suspeito se introduziu no estabelecimento comercial e subtraiu dinheiro, tabaco e um cofre, no valor total de 8.581,60€, que se encontravam no seu interior.

No decorrer da ação os militares da GNR desenvolveram diversas diligências policiais que permitiram identificar e localizar o suspeito do furto.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Castelo Branco.