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Terça-feira, Agosto 25, 2026
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Luís Farinha quer um IPCB mais ambicioso, mais reconhecido e mais próximo das pessoas

Luís Farinha quer um IPCB mais ambicioso, mais reconhecido e mais próximo das pessoas

Luís Farinha tomou posse como novo presidente do IPCB – Instituto Politécnico de Castelo Branco -, assumindo o compromisso de liderar a transformação da instituição na futura Universidade Politécnica de Castelo Branco. Na intervenção que encerrou a cerimónia pública de tomada de posse, defendeu uma instituição “mais ambiciosa, mais reconhecida e mais próxima das pessoas”, assente na inovação, na excelência académica e científica e numa forte ligação ao território.

A tomada de posse decorreu em sessão pública do Conselho Geral, no auditório da Escola Superior Agrária, na presença de representantes da comunidade académica, antigos presidentes e dirigentes do IPCB, autarcas, parceiros institucionais e representantes do ensino superior, num auditório repleto com mais de 350 convidados.

A instituição albicastrense conta que, na abertura da sessão, o residente do Conselho Geral destacou o papel do IPCB enquanto instituição âncora para o desenvolvimento da Beira Baixa e defendeu o reforço da rede pública de ensino superior, em particular nas regiões do interior. Alertando para os riscos de políticas centralizadoras e de eventuais processos de concentração de instituições, João Carrega apelou à união da comunidade académica e dos parceiros institucionais na defesa do ensino superior politécnico. Manifestou ainda confiança na nova equipa liderada por Luís Farinha, considerando que os próximos quatro anos serão determinantes para o futuro da instituição e para o processo de criação da Universidade Politécnica de Castelo Branco.

Por sua vez, o presidente cessante, António Fernandes, fez um balanço dos mais de doze anos em que integrou a Presidência do IPCB, primeiro como vice-presidente e, posteriormente, como presidente. Destacou o crescimento do número de estudantes, a renovação e diversificação da oferta formativa, a integração em programas de doutoramento, a participação na Universidade Europeia BAUHAUS4EU e a modernização das infraestruturas, impulsionada pelo Plano de Recuperação e Resiliência. Considerando que deixa uma instituição preparada para o futuro, António Fernandes desejou a Luís Farinha um mandato de sucesso, afirmando que “o sucesso do Senhor Presidente será, acima de tudo, o sucesso do nosso IPCB”.

Após estas intervenções realizou-se o ato formal de tomada de posse de Luís Farinha como Presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Na mesma sessão tomaram igualmente posse os membros da nova equipa da Presidência. Paulo Alexandre da Silveira, Maria Constança Rigueiro e João Vasco Neves assumiram funções como vice-presidentes, enquanto Carlos Sampaio tomou posse como Administrador do IPCB e dos Serviços de Ação Social.

No seu discurso de tomada de posse, Luís Farinha afirmou que a transformação do Instituto Politécnico de Castelo Branco em Universidade Politécnica representa uma mudança de responsabilidade e de afirmação institucional, e não apenas uma alteração de designação. O novo presidente disse que “a transformação em Universidade Politécnica de Castelo Branco será mais do que uma alteração de nome. Não é uma mudança cosmética. Não é um gesto administrativo. É uma mudança de patamar, de exigência e de responsabilidade pública”, defendendo uma universidade politécnica “por convicção”, assente na investigação aplicada, na inovação, na proximidade às pessoas e na valorização do território.

Sob o lema “+ IPCB: Impulsionar o Futuro, Valorizando as Pessoas”, Luís Farinha apresentou as principais linhas orientadoras do mandato, centradas na inovação pedagógica, na excelência académica e científica, na internacionalização, na modernização dos serviços, na valorização dos estudantes e dos trabalhadores, na qualificação dos campi e no reforço da ligação entre o ensino superior, as empresas, as autarquias e as restantes instituições da região.

Dirigindo-se à comunidade académica, apelou à participação de estudantes, docentes, investigadores e trabalhadores não docentes na construção deste novo ciclo institucional, defendendo uma liderança próxima, transparente e orientada para resultados, sublinhando que o futuro do IPCB depende do compromisso coletivo e da capacidade da instituição continuar a afirmar-se como motor de desenvolvimento da Beira Baixa.